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Monday, September 18, 2017

California 2016 O Melhor Album do Blink 182 desde o Take Off Your Pants and Jacket

California 2016 O Melhor Album do Blink 182 desde o Take Off Your Pants and Jacket


Quatro anos depois, ap�s muitas brigas e voltas, o Blink 182 lan�ou seu novo trabalho: "California". O Melhor �lbum da banda desde o "Take Off Your Pants and Jacket", de 2001.

Bored To Death - Primeiro Single
Achei uma escolha ruim para single. Definitivamente n�o esta entre as minhas preferidas do �lbum, ent�o n�o defina todo o trabalho apenas pela single. 

Para quem cresceu ouvindo os sucessos bem no estilo c�mico da banda vai gostar. Apesar de aquela pegada mais adolescente nas letras ter ficado para tr�s, o som dos caras continua divertido de ouvir.

Quando se fala no Blink ningu�m em s� consci�ncia vai esperar arranjos muito elaborados ou grandes melodias. Se � s� disso que voc� gosta, nem perca seu tempo. Claro que sou um tremendo apreciador de bandas como Led, Deep Purple, Free, Bad Company, Iron Maiden, Metallica e tantas outras que marcaram os anos de 70 e 80 como os grandes anos da m�sica moderna. Contudo, sei apreciar tamb�m algo mais simples e despretensioso como "California".
Ap�s muitos problemas pessoais, que n�o me interessam, para ser sincero, Tom DeLonge foi finalmente afastado da banda. C� entre n�s, sempre gostei demais daquela voz tosca e engra�ada do Tom, mas a alma do Blink sempre foi o Mark.

Com o apoio de Matt Skiba nos vocais e guitarra, mais conhecido pelos trabalhos em With Alkaline Trio e do John Feldmann, compositor e produtor, Mark e Travis voltaram ao est�dio mais uma vez.

P.s.: Voc� pode n�o estar lembrado, mas se tamb�m cresceu na d�cada de 90, voc� jogou "Tony Hawks Pro Skater". Feldmann era o vocalista da banda Goldfinger, que fez sucesso com m�sicas como "Superman" e "Spokesman" nos jogos. 

A primeira vez que ouvi o �lbum, cheguei a sentir falta da voz de Tom, mas logo percebi como os vocais tinha ficados legais. Mark, que era quem realmente cantava bem na banda, foi consistente e os duetos com Skiba ficaram realmente melhores do que esperava. Seu filho, Jack Hoppus, tamb�m participou dos vocais do �lbum. Travis � uma ponto fora da curva na banda, � o melhor instrumentista da banda e est� muito bom no trabalho.

"Shes Out Of Her Mind", segunda single, copiou o clip de 16 anos atras: "Whats My Age Again?" 
Cara, sensacional. Ri demais. At� a m�sica ficou melhor depois disso.

"Los Angeles", faixa 4, foi aquela m�sica que mais me chamou aten��o logo de cara. 
Refr�o de gritos e repeti��o, pega f�cil. 

Mas...A minha favorita � sem duvidas a faixa 11, "Left Alone". 
Dentre todas as faixas, achei que essa foi a que as vozes de Mark e Matt ficaram mais bem casadas. Essa seria minha escolha para Single. Sinceramente, essa m�sica entra f�cil em um top das melhores m�sicas do Blink.

O nanana tamb�m est� de volta em "No Future".


"California" se relevou uma boa surpresa. Me trouxe boas lembran�as daquela �poca de inicio de adolesc�ncia que ouvia muito o Blink. Acredito que quem foi daquela �poca tamb�m v� gostar. F�cil de digerir, divertido para ouvir, bom �lbum.

6,5/10

E por favor, Blink n�o �, nem nunca foi Punk Rock. A quem descordar, por favor, ouvir The Clash, Sex Pistols e The Ramanos. Pop Punk � uma das denomina��es musicais mais estupidas. Punk n�o se mistura com Pop. Os power chords, a velocidade e notas reduzidas jamais v�o me fazer crer nessa nomenclatura fudida. Alternative rock � uma nomenclatura mais pr�xima do que os caras fazem.

Curioso. 


Blink-182
Mark Hoppus � vocals, bass guitar
Matt Skiba � vocals, guitars
Travis Barker � drums, percussion

Additional musicians
Alabama Barker � piano
Jack Hoppus � additional vocals
DJ Spider � scratching

Technical personnel
John Feldmann � producer
Zakk Cervini � additional production, recording engineer, mixing engineer
Matt Pauling � additional production, recording engineer
Neal Avron � mixing
Dan Lancaster � mixing
Ben Grosse � mixing
Ted Jensen � mastering engineer
Allie Snow � assistant
Brian Burnham � assistant
Cody Okonski � assistant

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Thursday, August 24, 2017

Informações sobre a Modalidades Off Road

Informações sobre a Modalidades Off Road




INTRODU��O




 Atualmente o Brasil apresenta v�rios praticantes de off-road nas suas diversas modalidades: Enduro FIM, Cross Country, Regularidade, Rally e Baja. Mas � muito grande a quantidade de participantes que somente curtem a trilha no final de semana, por curiosidade ou mesmo movidos pelo desejo de participar de provas destas modalidades, e que desconhecem ou t�m poucas informa��es sobre o assunto. 


         Toda essa historia come�ou no Brasil, em meados de 1978, quando surgiram as primeiras XLs 250, que logo inspiraram os seus usu�rios a encarar algumas trilhas em S�o Paulo e Minas Gerais, Alphaville, Pico do Jaragu�, Campos do Jord�o e Mairipor�, foram as primeiras trilhas descobertas por esses bandeirantes paulistas do esporte. Em Minas, em 1975, surgiu o primeiro Trail Clube do pais, o TCMG - Trail Club de Minas Gerais. 

         A pr�tica dessa aventura recebeu o nome de "trail" (leia-se treil). Com o aumento de praticantes, surgiu a necessidade de cria��o de provas de trail, ajudando o crescimento do esporte no Brasil. Ainda em Minas, em 1975, rolou o primeiro Enduro chamado na �poca de prova de Trail. 

         Depois, com o fechamento das importa��es e conseq�ente falta de motos para a pr�tica do esporte, o enduro perdeu um pouco o seu pique e passou por dificuldades. 

         Os fabricantes nacionais, vislumbrando um novo mercado, lan�aram alguns modelos nacionais on/off road (uso misto), como a FS 125 (derivada da CG) e a TT 125 da Yamaha. A seguir surgiram as DTs 180 da yamaha em 81 XLs 250 da Honda em 82. Esses �ltimos lan�amentos impulsionaram novamente a pr�tica do trail no Brasil. Nesta �poca surgiu ent�o o Enduro de Regularidade. 

         Em 1983 o esporte come�ou a explodir e v�rios eventos surgiram pelo pa�s inteiro, como o Enduro das Montanhas e o Independ�ncia que chegaram a reunir 800 pilotos em suas provas. 

         O Cerapi� / Piocer� uma prova que acontece entre os estados do Cear� e do Piau� e que hoje � considerada pela imprensa especializada brasileira, por pilotos e equipes de apoio, como a melhor prova de regularidade do Brasil! Tudo come�ou em Abril de 1987, num bate papo informal entre Ehrlich Cord�o e Galdino Gabriel, programador de sistemas. No primeiro momento, o Enduro era para ser chamado de Enduro da Integra��o, na id�ia de unir os pilotos dos dois estados pioneiros na pr�tica de enduro de regularidade na regi�o norte e nordeste do pa�s. O papo amadureceu e ficou definido as fun��es de cada um ; Ehrlich Cord�o, cuidaria da parte de marketing e divulga��o e Galdino Gabriel, da parte t�cnica da prova. 

    


 N�o podemos nos esquecer tamb�m do campeonato paulista de Enduro de Regularidade, patrocinado pela Wrangler e organizado pelos irm�os Bessa. Desse tempo lembramos do Mazinho que era o respons�vel pelo levantamento da maioria das trilhas. Outro evento que ficou famoso foi o Enduro das Praias, que recebia, juntamente com os demais eventos, cobertura nos principais jornais e canais de televis�o. Essas provas reuniam os melhores pilotos de motocross e de enduro, como �lvaro C�ndido Filho, o paraguaio. Nesta �poca outro nome ficou marcado no esporte, o Luizinho da Trilha. Ele teve uma grande participa��o na evolu��o do esporte, dando apoio para equipes e pilotos, trazendo e criando novos equipamentos. 


         Outra f�brica que tamb�m passou a ter grande participa��o no mercado nacional foi a Agrale, que passou a lan�ar modelos que podiam ser utilizadas no fora-de-estrada, como a SX 125, em seguida a SX 200 e a Explorer em 1989, a primeira moto pronta para a pr�tica de enduro. 

         At� ent�o s� existia o enduro de Regularidade, mas alguns pilotos mais radicais queriam uma prova mais emocionante na trilha e n�o queriam praticar do motocross. Esse movimento come�ou com o Total Moto Clube de Jundia� em 1983, e recebeu o nome de enduro de Velocidade. As primeiras provas aconteceram na Serra do Japi, promovidas pela Total. Jo�o Toledo foi um dos pilotos que mais venceu neste evento. Mas com o passar dos anos, o Velocidade ficou com cara de motocross e a� surgiu o Cross Country, que nada mais era que o antigo Velocidade, em meados de 1997. As primeiras provas de Cross Country foram realizadas pelo nosso amigo Fl�vio Gran�. Atualmente essa modalidade � encontrada em quase todo o pa�s, e breve deveremos ter um campeonato brasileiro. 

         Por volta dos anos 90, antes do Cross Country, outra modalidade surgiu em nossas terras: o Enduro Fim (batizado FIM Federa��o Internacional de Motociclismo - por seguir os padr�es do Campeonato Mundial de Enduro). As provas desta modalidade acontecem por todo o pa�s, existindo atualmente o Campeonato Brasileiro de enduro FIM. 

         Um dos eventos mais fortes do Brasil, e com reconhecimento mundial, � o Rally Internacional dos Sert�es. No in�cio dos anos 90, um evento chamou a aten��o dos pilotos foi o Rally de S�o Francisco. Na seq��ncia surgiu o Rally dos Sert�es, com a coragem de Dion�sio Maneiros. Como passar dos anos, tornou-se internacional, recebendo grande nomes do esporte mundial, e agora com a nova dire��o de Marcos Moraes. Hoje o Sert�es � o maior rally da Am�rica Latina e o quinto do mundo. 

         Um evento que tamb�m incentivou o enduro no Brasil foi o Rally paris-Dakar, que atrai a m�dia do mundo inteiro e principalmente pela participa��o de pilotos brasileiros que acaram vencendo a categoria Maratona, como Andr� Azevedo, Kleber Kolberg e Jean Azevedo, Falando de nomes da hist�ria do enduro no Brasil, n�o podemos esquecer do mineiro Bernardo Magalh�es que participou de uma temporada completa do Mundial de Enduro com patroc�nio da Alfer. Al�m de outras etapas do mesmo campeonato na temporada seguinte. 

         Procuramos mostrar para voc�s um pouco da hist�ria do enduro no Brasil com certeza v�rios nomes ficaram de fora desta hist�ria, mas procuramos mostrar em poucas palavras o crescimento do esporte em nosso pa�s.



ENDURO REGULARIDADE

 

O Regularidade � o mais tradicional no Brasil. � o tipo de enduro inventado pelos mineiros nos anos 70 onde os pilotos utilizam planilhas (mapas) para se guiarem, devendo seguir as m�dias de velocidade estipuladas nas planilhas e penaliza��o (pontos) por segundo de atraso ou adiantamento nos PCs (posto de controle). J� foi muito difundido no pa�s, com equipes de f�brica e tudo mais, mas atualmente ele vem perdendo for�a comparada �s outras modalidades. 


        Mesmo o campeonato brasileiro, que segue as regras do Regularidade, possui algumas defici�ncias. Ele � realizado praticamente em cima de provas tradicionais do pa�s como o Enduro dos vinhedos, com boa organiza��o, divulga��o e n�vel t�cnico. 

        Outras provas recebem o mesmo elogio, como o Independ�ncia Off-Road (antigo Enduro da Independ�ncia), Cerapi�/Piocer� e alguns outros.

ENDURO F.I.M.

        A prova � realizada em circuito de trilha previamente demarcada por setas/flechas indicando a dire��o a seguir. N�o se usa qualquer instrumento de navega��o na moto, os pilotos t�m um tempo m�ximo para percorrer trechos de deslocamento (que n�o devem ser f�ceis). Durante o percurso enfrentam especiais de velocidade de dois tipos: PEC (Prova Especiais em circuito) e PEL (Prova Especiais em Linha). A primeira normalmente � praticada perto da largada de maneira que possa haver p�blico e a segunda praticada em trilhas.

        Praticado na Europa h� pelo menos 80 anos (caramba!!!!!!!!!!), chegou ao Brasil apenas em 1994, atrav�s da SMP&B de Belo Horizonte que realizou uma prova demonstra��o perfeita, com participa��o de pilotos estrangeiros do primeiro time e tudo mais.

        Repetiu a dose em 1995 e em 1996 realizou uma etapa do Mundial de Enduro muito elogiada pelos estrangeiros.

        A partir da�, as provas e os campeonatos come�aram a ser praticada por todo o pa�s.




RALLY


     
  O Rally vai muito bem no Brasil, apesar de termos apenas uma prova durante o ano, o Rally dos sert�es. 


        � uma prova extremamente cara para os organizadores e tamb�m para os participantes. Por este motivo � muito bom ter poucas provas por ano. O Rally dos sert�es, j� se tornou no Brasil um exemplo de profissionalismo, a Dunas Race (empresa promotora do evento) escolheu a modalidade mais complicada de se organizar e vem demonstrando atrav�s dos anos que com bom senso, profissionalismo e criatividade o esporte dar certo no pa�s. 

        A prova � considerada o maior Rally da Am�rica latina e possui um prest�gio internacional, com transmiss�o praticamente ao vivo pela televis�o ou com mat�rias especiais, mostrando uma das mais duras provas do fora-de-estrada.


BAJA


        As diferen�as entre o Baja e Rally, s�o basicamente duas: 


        No Baja n�o se usam planilhas para se localizar e suas provas s�o curtas que as de Rally (um ou dois dias no m�ximo). 


   O baja come�ou no Brasil apenas em 1998, com o j� tradicional "Baja Cip�" em minas Gerais. O esporte foi introduzido pelo nosso amigo, 


Dion�sio Malheiro (idealizador do Rally dos Sert�es entre muitas outras coisas). Duas copas est�o sendo realizadas no Brasil, um � a do Dion�sio (Adventure), que � a "Copa Baja Brasil". A outra copa tem um nome estranho, se chama "copa Brasil de Rally". A organiza��o desta copa cabe � Dunas Race (promotora do Rally dos sert�es). Ainda n�o existe um campeonato Brasileiro, mas esta modalidade est� s� come�ando no Brasil e j� despertou muito interesse dos participantes. A prova mais importante � o "Baja Cip�". A primeira edi��o (1998) foi um sucesso.



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